Não dá para impedir a IA. Dá para ver o processo.
O Bizu tem IA dentro, e ela ajuda a montar slides e a escrever rascunhos. Dizer que isso não acontece seria mentira. O que a gente construiu foi o contrário do bloqueio: um jeito de o aluno te mostrar como o trabalho foi feito, quando você perguntar.
A trilha do trabalho
Cada trabalho tem uma página que conta o processo: quantas fontes o aluno reuniu e quando, quantas vezes a IA foi chamada e para quê, quantos tópicos ele reescreveu depois de gerados, em quantos dias distintos ele mexeu no trabalho. O aluno gera um link e te manda. Abre sem conta e sem cadastro.
Não é detector de IA, não é nota e não é percentual de originalidade. Detector de IA não funciona: os que existem erram nos dois sentidos e punem principalmente quem escreve de forma simples. Preferimos não dar número nenhum a dar um número que parece objetivo e não é.
A trilha também só sabe o que aconteceu dentro do Bizu. Texto escrito fora e colado aqui entra como texto colado, e a página diz isso. Quem julga o trabalho continua sendo você.
O que a ferramenta já recusa fazer
Se você quiser usar isso na sua aula
Uma forma que funciona sem virar polícia: peça o link da trilha junto com a entrega. Não para caçar quem usou IA, mas para a conversa deixar de ser sobre suspeita e passar a ser sobre processo. Um trabalho com nove fontes reunidas em duas semanas e muita reescrita conta uma história; um trabalho de quarenta minutos conta outra. As duas ficam visíveis sem ninguém precisar acusar ninguém.
A sala ao vivo serve à mesma coisa por outro caminho: o quiz e a enquete rodam durante a apresentação, no celular da turma, e quem não entendeu o próprio trabalho não conduz isso.
Sem conta, sem custo para você
Não existe conta de professor, painel de turma nem contrato com escola. O que existe é uma página que o aluno decide te mandar. Se quiser conhecer a ferramenta por dentro, o plano gratuito abre tudo o que descrevemos aqui.